Os Camionistas Vermelhos dos EUA

Em 1934 um punhado de menos de 200 camionistas lideraram a reconstrução de um sindicalismo democrático nos EUA, contra o Estado, a burocracia sindical e os patrões, ambos contra eles que os apelidavam de “vermelhos”, “irresponsáveis”, “aventureiros”. Rebelando-se contra as estruturas burocratizadas constituirem um comité organizativo informal de motoristas e estivadores do carvão, liderando uma das mais bem sucedidas greves dos EUA, passaram de 200 a 7 mil membros. Esses 7 mil, a partir de uma manifestação em Minneapolis levaram dezenas de milhares de camionistas que trabalhavam por empreitada a organizar-se no sindicato Fraternidade Internacional de Camionistas. Em 1940 era 500 mil trazendo para o mundo sindical organizado combativo uma categoria dispersa, com muitas dificuldades em organizar-se até aí.
Bryan Palmer dedicou uma parte da vida a estudar a greve dos camionistas norte-americanos. Historiador canadiano, dirigente da revista académica Labour/Le Travail. No Brasil traduzir um dos seus artigos, aqui aqui deixo em link.

Click to access 2015_1_03_Palmer-Traducao.pdf

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