«Estamos afogados em impostos»

 

«Grupos de fiscais entram à luz do dia em pequenos estabelecimentos. Em restaurantes à hora de almoço, em lojas em plena manhã. Com polícia e um aparato de força. Nunca se viu algo semelhante num centro comercial. Estamos afogados em impostos, mas em impostos que não tratam de forma idêntica os pagadores. E ninguém percebe para que servem porque os serviços públicos são cada vez piores. O modelo redistributivo do pós-guerra, quem tem mais paga mais, reverteu-se. 75% de toda a massa de impostos já é paga pelos rendimentos do trabalho. A cereja no bolo é colocarem os contribuintes a exercer funções de trabalhadores de impostos, verificando facturas online. Não sendo os sindicatos de alfândega, finanças, etc parte do Estado – triste memória histórica de sociedades onde os sindicatos eram controlados pelo Estado – mas da sociedade, não caberia a estes uma palavra sobre esta e outras medidas que os envolvem a eles directamente num sistema fiscal injusto e que não raras vezes os coloca a vigiar quem menos tem? Devem fazê-lo porque a máquina fiscal deve ser justa, mas também em defesa da sua saúde mental enquanto trabalhadores – nenhum profissional com saúde mental gosta de ser sistematicamente colocado a exercer funções que sabe que são erradas, e não visam o bem comum. Imagino que entrar numa padaria de 2 metros e dizer «tirem o dinheiro todo da caixa» coloque quem o faz no mesmo estado de sofrimento mental – de, usando o termo correcto da psicologia laboral, ausência de empatia, sofrimento no trabalho – do dono da padaria».

Excerto do debate no nosso programa semanal Último Apaga a Luz, RTP 3.

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4 thoughts on “«Estamos afogados em impostos»

  1. «Estamos afogados em impostos, mas em impostos que não tratam de forma idêntica os pagadores. E ninguém percebe para que servem porque os serviços públicos são cada vez piores.»

    Não percebem para que são tantos impostos porque são ignorantes e não sabem que uma muito boa parte de tais impostos não é usada para pagar quaisquer serviços ou obras públicas e públicos…

    A actual sobrecarga de impostos tem 3 propósitos ilegítimos, que deveriam anular uma boa parte dos mesmos – pois, tal como existem actualmente, os impostos servem em boa parte para: (1) pagar negócios fraudulentos, (2) pagar dívida fraudulenta e (3) destruir a Economia de propósito.

    (1) Relativamente aos negócios fraudulentos, se quiserem saber do que falo, apenas têm de ouvir o que anda há anos a dizer Paulo de Morais, sobre como o Estado e as autarquias sistematicamente compram terrenos sobrevalorizados, sabendo perfeitamente que os últimos se encontram nesta situação, fazendo tal coisa para favorecer os seus amos e amigos no sector privado – sendo que, o resultado desta prática é que os contribuintes têm repetidamente de pagar impostos muito mais elevados do que deveriam ser, em consequência da aquisição destes terrenos sobrevalorizados, usados para construir algumas obras públicas. (Se quiserem, têm a seguinte série de palestras, onde explica tal pessoa parte do que se passa: https://www.youtube.com/playlist?list=PLJKXzvE3Xk_S7nQDG-XtbVWw8sQlByTXC)

    (2) Relativamente à dívida pública que andamos a pagar, uma muito boa parte desta é simplesmente fraudulenta. Pois, aos bancos privados é dado o “direito” de criar dinheiro a partir do nada, no acto do empréstimo (o que constitui um roubo indirecto a todas as outras pessoas que não o podem também fazer). E, só uma pequena parte da dívida que os governos e as pessoas contraem perante os bancos privados é que é dinheiro que os últimos realmente tinham, antes do acto do empréstimo – e que, consequentemente, é que deveria ser paga. Pois, o dinheiro é uma necessidade comum de todos, que deve e deveria ser o próprio Estado a criar, tal como defendiam alguns Presidentes que foram assassinados. (Se quiserem saber mais sobre isto, vejam os muito bons documentários “The Money Masters” e as suas sequelas “Money as Debt”. E, se duvidarem de que os bancos privados nos andam a roubar imenso desta maneira, podem espreitar a seguinte notícia sobre um recente referendo que foi feito na Suíça: https://www.rt.com/business/327118-switzerland-money-banking-referendum/)

    (3) Relativamente à destruição propositada da Economia, é sabido por muita gente (http://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-esse-o-objectivo-sr-felix-61305) que, a partir de uma certa percentagem, a quantidade de impostos que são arrecadados é até inferior, comparativamente a quando estes são mais baixos. Pois, o excesso de impostos tem um efeito estrangulador na Economia. Logo, se o Estado sobrecarga as pessoas com impostos, não é porque quer arrecadar mais dinheiro. E, se não é obviamente essa a intenção, então qual será? Pois bem, a resposta (não declarada, por quem nos governa) a esta interrogação, tem sido repetidamente denunciada por um ex-agente dos serviços secretos russos, que tem fontes nos vários serviços secretos ocidentais – e que já teve até um primeiro livro seu censurado em Portugal (http://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg). Tal como poderão constatar, se ouvirem uma algo recente declaração deste investigador, perante uma audiência da televisão estatal RAI 2 (http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10579.0) o que as elites que nos governam estão interessadas em, é destruir a Economia de propósito. Sendo que, a principal razão que se esconde por trás de tal intenção não declarada, é “livrarem-se” tais elites das pessoas que consideram elas estar “a mais”, num Mundo onde os recursos naturais são cada vez mais escassos. (Espreitem, uma vez mais, se quiserem, a seguinte colocação – http://www.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10579.0 – e, se quiserem, também a seguinte pequena declaração que foi feita a um jornalista de investigação português – http://paramimtantofaz.blogspot.pt/2009/02/o-grande-plano-para-actual-crise.html) Sendo também esta, obviamente, a razão pela qual assistimos também ao repetido encerramento de unidades de assistência hospitalar, e à diminuição da qualidade do serviço por estas prestado, que têm como consequência óbvia a diminuição da esperança média de vida das pessoas.

  2. «Estamos afogados em impostos, mas em impostos que não tratam de forma idêntica os pagadores. E ninguém percebe para que servem porque os serviços públicos são cada vez piores.»

    Não percebem para que são tantos impostos porque são ignorantes e não sabem que uma muito boa parte de tais impostos não é usada para pagar quaisquer serviços ou obras públicas e públicos…

    A actual sobrecarga de impostos tem 3 propósitos ilegítimos, que deveriam anular uma boa parte dos mesmos – pois, tal como existem actualmente, os impostos servem em boa parte para: (1) pagar negócios fraudulentos, (2) pagar dívida fraudulenta e (3) destruir a Economia de propósito.

    (1) Relativamente aos negócios fraudulentos, se quiserem saber do que falo, apenas têm de ouvir o que anda há anos a dizer Paulo de Morais, sobre como o Estado e as autarquias sistematicamente compram terrenos sobrevalorizados, sabendo perfeitamente que os últimos se encontram nesta situação, fazendo tal coisa para favorecer os seus amos e amigos no sector privado – sendo que, o resultado desta prática é que os contribuintes têm repetidamente de pagar impostos muito mais elevados do que deveriam ser, em consequência da aquisição destes terrenos sobrevalorizados, usados para construir algumas obras públicas. (Se quiserem, têm a seguinte série de palestras, onde explica tal pessoa parte do que se passa: ht*ps://w*w.youtube.com/playlist?list=PLJKXzvE3Xk_S7nQDG-XtbVWw8sQlByTXC)

    (2) Relativamente à dívida pública que andamos a pagar, uma muito boa parte desta é simplesmente fraudulenta. Pois, aos bancos privados é dado o “direito” de criar dinheiro a partir do nada, no acto do empréstimo (o que constitui um roubo indirecto a todas as outras pessoas que não o podem também fazer). E, só uma pequena parte da dívida que os governos e as pessoas contraem perante os bancos privados é que é dinheiro que os últimos realmente tinham, antes do acto do empréstimo – e que, consequentemente, é que deveria ser paga. Pois, o dinheiro é uma necessidade comum de todos, que deve e deveria ser o próprio Estado a criar, tal como defendiam alguns Presidentes que foram assassinados. (Se quiserem saber mais sobre isto, vejam os muito bons documentários “The Money Masters” e as suas sequelas “Money as Debt”. E, se duvidarem de que os bancos privados nos andam a roubar imenso desta maneira, podem espreitar a seguinte notícia sobre um recente referendo que foi feito na Suíça: ht*ps://w*w.rt.com/business/327118-switzerland-money-banking-referendum/)

    (3) Relativamente à destruição propositada da Economia, é sabido por muita gente (ht*p://blackfernando.blogs.sapo.pt/e-esse-o-objectivo-sr-felix-61305) que, a partir de uma certa percentagem, a quantidade de impostos que são arrecadados é até inferior, comparativamente a quando estes são mais baixos. Pois, o excesso de impostos tem um efeito estrangulador na Economia. Logo, se o Estado sobrecarga as pessoas com impostos, não é porque quer arrecadar mais dinheiro. E, se não é obviamente essa a intenção, então qual será? Pois bem, a resposta (não declarada, por quem nos governa) a esta interrogação, tem sido repetidamente denunciada por um ex-agente dos serviços secretos russos, que tem fontes nos vários serviços secretos ocidentais – e que já teve até um primeiro livro seu censurado em Portugal (ht*p://6.fotos.web.sapo.io/i/o41140ea4/17596647_i1zW0.jpeg). Tal como poderão constatar, se ouvirem uma algo recente declaração deste investigador, perante uma audiência da televisão estatal RAI 2 (ht*p://w*w.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10579.0) o que as elites que nos governam estão interessadas em, é destruir a Economia de propósito. Sendo que, a principal razão que se esconde por trás de tal intenção não declarada, é “livrarem-se” tais elites das pessoas que consideram elas estar “a mais”, num Mundo onde os recursos naturais são cada vez mais escassos. (Espreitem, uma vez mais, se quiserem, a seguinte colocação – ht*p://w*w.forumdefesa.com/forum/index.php?topic=10579.0 – e, se quiserem, também a seguinte pequena declaração que foi feita a um jornalista de investigação português – ht*p://paramimtantofaz.blogspot.pt/2009/02/o-grande-plano-para-actual-crise.html) Sendo também esta, obviamente, a razão pela qual assistimos também ao repetido encerramento de unidades de assistência hospitalar, e à diminuição da qualidade do serviço por estas prestado, que têm como consequência óbvia a diminuição da esperança média de vida das pessoas.

    • Dr.ª Varela,

      Peço desculpa se o meu anterior comentário é uma repetição do que eu aqui deixei há mais de três dias – e que ainda possa estar à espera de ser aprovado (#comment-2904) devido às hiperligações nele incluídas. (Razão pela qual “camuflei” as mesmas, nesta nova versão.)

      Mas, como é habitual os meus comentários nos serviços (estadunidenses) da WordPress, da Blogger e do YouTube desaparecerem misteriosamente (ex: ht*p://blackfernando.blogs.sapo.pt/como-o-youtube-censura-os-meus-30468) sempre que falam estes de assuntos mais “sensíveis”, ao fim de vários dias de actividade sua neste blogue e de não ter aparecido o meu comentário, deduzi/deduzo que tenha sido este meu comentário mais recente mais um dos que não interessa ao “Grande Irmão” que sejam publicados.

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