Automation and the future of work

Conferência Internacional Automação e o futuro do emprego, apresentação de estudo de caso, Miami, IDC.
Automation and the future of work in seaports.

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Tech, Automation, Internationalism, Longshore Workers And The Future Of Work

Technology, Automation, Longshore Workers And The Future Of Work was the focus of a presentation by labor professor and researcher Raquel Varela who works and lives in Lisbon, Portugal. Her research is centered on dockers and shipyard workers including technology and automation. She works with the Lisbon dockworkers union who are affiliated with the International Dockworkers Council IDC.

«Em 5 de julho de 1934, dois estivadores em greve foram assassinados pela polícia em São Francisco. A data ficou conhecida como “Bloody Thursday” e desencadeou uma greve geral que envolveu 150 mil trabalhadores. Para marcar a data, desde 1994, em todo 5 de julho acontece em São Francisco o LabFest. A Profa. Raquel Varela participou esse ano tratando dos impactos da automação sobre o setor dos estivadores em todo o mundo. Sendo os estivadores um setor chave para a circulação das mercadorias em cadeia global, seu lugar é, ao mesmo tempo, estratégico e vulnerável. Durante todo o século XX, eles mostraram força “não apenas com palavras bonitas” – a história dos estivadores ingleses, portugueses e estadunidenses contam bem isso.
Concentrar as lutas em “movimentos sociais” e não em torno de organização do trabalho mostra ser a cada dia um método restrito e volátil (podemos pensar só nos últimos 10, mas poderíamos incluir os últimos 40 anos). O que o movimento social pode fazer contra o dumping social? Contra a redução da massa salarial? A precarização do trabalho? E como não remontar as “violações aos direitos humanos” à organização irracional da produção em nossos dias?
Como tratar dos efeitos da automação para a vida das pessoas? Aceitar que uma fração cada vez maior da sociedade não é “empregável” e, por isso, deve ir para casa com o dinheiro curto do Estado assistencial é uma questão de crença; é preciso rebatê-la elevando nosso “horizonte de expectativas”. No estágio produtivo atual, o trabalho poderia ser dividido por todos, em uma jornada reduzida, e a riqueza socialmente produzida poderia ser voltada exclusivamente para o bem-estar de todos e todas nós. Por quê não?» (Resumo da minha palestra pela estudante e pesquisadora Yasmin Afshar, a quem agradeço muito a nota)

 

AUTOMATION IN PORTS AND LABOUR RELATIONS IN XXI CENTURY

By Raquel Varela, labour historian IISH, UFF, UNL) , Henrique Silveira, mathematician (IST)

Abstract.

By Raquel Varela, labour historian (IISH, UFF, UNL) , Henrique Silveira, mathematician (IST)
In this part of the work we analyse mathematically the costs and benefits of automation in ports. In particular we analyse automation in cranes and its implications to labour, unemployment, and net financial benefits and losses for the operators. We studied the concept of efficiency viewed by operators and by port clients. We concluded that automation is in general not profitable for the operators. We discussed briefly the losses for the public of the automation process, measured in net loss of taxes collected by the states and by unemployment subsidies conceded to discharged dockers. Finally we discussed the losses in GNP generated by the processes of automation. This is a general study using averages to generate general results applicable to almost all cases, we had to make general simplifying assumptions always trying to
minimize possible errors. Particular studies can be refined with actual data from each local port and social and legislative data for each particular country.
In the second part of this work in the first section we relate the analysis of precarious work to the state, in particular, as a direct participant functioning as both employer and mediator. In the second section we present a short overview of the evolution of casualization in the context of employment and unemployment in contemporary Portugal (1974-2014). In the third section we
discuss state policies on labour relations, particularly in the context of the welfare state. Finally, we compare this present analysis with Swedish research done from the perspective of the state as a direct participant and mediator over the past four decades.

Full study in pdf herestudyAutomation (2)

Keywords Labour Relations, automation, employmnet, unemployment,
precarity, automated crane