1 thought on “Não estamos em paz com a guerra colonial

  1. 43 anos em contacto permanente com Portugal, Angolana, filha de angolanos, neta de portugueses, sempre fui tratada como estrangeira, nunca como “irmã”, hoje finalmente posso chamar uma portuguesa de “irmã” pela honestidade nas suas palavras, pela frontalidade, como eu pedia para um dia alguém na comunicação portuguesa fosse honesta, quando se fala do passado, recente, português com as ex-colónias, só com esta honestidade, frontaliade, será possível construir uma relação de “países irmãos” que tanto os políticos deitam da boca para fora apenas para romantizar uma relação de “terror”.

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