A Banca

Aquele momento em que percebemos porque somos pessoas sérias e poupadas, sem vícios, que o Estado trata de taxar para nos proteger, é tudo para o nosso bem, e já não andamos mal comportados a viver acima das possibilidades e esta semana nem vamos jantar fora e até andamos de bicicleta para ajudar o planeta, há que fazer sacrifícios, aguentar e não ser piegas, a blusa nova nem é necessária, e fechamos a torneira enquanto lavamos os dentes e carne até faz mal, melhor é só comer massa, a pirâmide alimentar explica. Ainda não se mediu claro a correlação entre esperança média de vida e infelicidade, o medo e a tristeza. Mas a cada vez que mais um banqueiro falir teremos sempre o fado, que em português é também destino: «Basta pouco, poucochinho pra alegrar Uma existência singela»
 
Resumo, com citações, do Expresso Economia dia 2 de Junho, secção Descodificador, página 3:
O Estado vai meter mais dinheiro no Novo Banco?
-É possível e até provável.
Quanto já foi injectado
-Bastante.
Isso terá impacto no défice?
-Já teve.
Pode haver uma nova resolução?
– Difícil, embora não seja impossível.

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