A luta pelo tempo livre

Não concordo com tudo, desde logo que o tempo livre dos pais que trabalham seja para cuidar das crianças e idosos, porque isso não é tempo livre, é trabalho reprodutivo. Outra coisa é tempo livre para brincar com os filhos, passear com os avós, beijar os netos – isso sim é tempo livre. Mas acho que merece ser lido o artigo, a história da luta pelo direito ao tempo livre, depois de nesta semana o maior sindicato metalúrgico europeu, o IG Mettal ter defendido a redução da jornada de trabalho para 26/28 hora semanais.
«In the immediate term, we should be fighting for things like shorter workweeks, steeply increased overtime pay, lower retirement ages, expanded social security, family leave, paid vacation, paid sick leave, child allowances, and sabbaticals. All of these are aimed squarely at reducing profit-motivated working hours and improving workers’ self-determination and material conditions. They are tangible, achievable goals that can be built upon. And they have the ability to bring together a variety workers and non-workers. We can achieve full employment, for instance, by pruning working hours and spreading them out between more workers. We can unite the home health care worker and the pensioner by expanding social security.»
Artigo completo em link

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