Vi esta semana no Rio de Janeiro, Sobre Ratos e Homens. É imperdível. Para quem vai ao teatro com medo, como eu, do conceptual, simbólico, pós-moderno, vão com confiança. Escrita por Steinbeck em 1937 é um murro no estômago, sobre a transformação dos homens em ratos pelas condições laborais – trabalho incerto, sobrevivência em causa – na sequência da crise de 29. O livro chegou a ser amplamente proibido em muitas escolas por, segundo alguns, promover a “eutanásia da classe trabalhadora”, e foi estudado massivamente noutras por mostrar a degradação das condições de vida. Está no Centro Cultural do Banco do Brasil.
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Um homem e um homem,um rato,e um rato,dizia comunemente o meu pai.eu sou um Homem!