Quem Paga o Estado Social em Portugal?

Recordo aqui um livro, deixando como nota que o que ganho em direitos de autor com ele é irrelevante. Volto a ele por razões políticas essenciais, ainda sobre copos e mulheres e défices baixos que remuneram a dívida pública e dão alegrias a Bruxelas. Quem Paga o Estado Social em Portugal?, coordenado por mim há 5 anos, com participação de 18 autores, é hoje referência nos cursos de políticas públicas das universidades portuguesas e algumas estrangeiras. O livro está disponível em bibliotecas públicas, governamentais e no Banco de Portugal. Foi alvo de dezenas de recensões críticas por pares. Está citado em várias teses. As suas conclusões nunca foram contestadas. Ele prova o seguinte – a dívida pública não tem nada a ver com os trabalhadores que pagam ao Estado em média mais do que recebem dele. A explicação dos gastos do Estado na entrevista em baixo.
 
«A principal descoberta destes estudos é que os impostos cobrados aos assalariados equivalem aproximadamente aos gastos que lhes são dedicados.»
Anwar Shaikh, economista, editor associado do Cambridge Journal of Economics.
 
«A exportação dos custos das crises para os países periféricos foi um dos recursos históricos dos países centrais para preservar a governabilidade o centro do sistema. Mas teve e tem, também, os seus limites.»
Valério Arcary, historiador
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