No Porto de Amesterdão

Há um marinheiro que chora e outro que trouxe com ele os sonhos. Em dia de eleições na Holanda, uma das minhas casas num mundo cada vez mais pequeno, Jacques Brell, um sopro de tristeza, uma hipótese de esperança. Confio que os sectores de trabalhadores clássicos, organizados, ainda que minoritários, saberão ser o travão a uma nova guerra na Europa. É uma aposta que fiz na vida – ainda não a ganhei, mas também ainda não a perdi.

In the port of Amsterdam, there’s a sailor who sings
Of the dreams that he brings, from the wide open sea
In the port of Amsterdam, there’s a sailor who sleeps
While the riverbank weeps to the old willow tree

In the port of Amsterdam, there’s a sailor who dies
Full of beer, full of cries, in a drunken down fight
And in the port of Amsterdam, there’s a sailor who’s born
On a muggy hot morn, by the dawn’s early light

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2 thoughts on “No Porto de Amesterdão

  1. Trabalhadores clássicos. Os que têm ou reconhecem a sua classe social? Ou os que pertencem a sindicatos de esquerda e de direita para conquistarem e manterem direitos, direitos e direitos, sem nenhum dever?

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