Último Apaga a Luz

Já está online o programa completo desta madrugada. O painel debateu a lei que despenaliza a violência doméstica na Rússia; a banca/CGD e as cartas públicas à volta do tema; a precariedade laboral no Estado; o financiamento ao cinema e outros temas.
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One thought on “Último Apaga a Luz

  1. Olá Raquel. Que saudades deste meu monologo consigo. Bem, admito que não tenho acompanhado tanto a raquel por questões pessoais de uma forma geral vou vendo pelo youtube o que publica e no seu facebook como aqui no seu blogue. Adorei imenso a sua interpretação sobre o IRS e o Java. Adorei mesmo!! Teve muito bem, parabéns! É sempre um grande prazer assisti-la porque sinto que está a ser sincera e é genuina. Longe de a seguir segamente, irei admira-la sempre enquanto a raquel for a raquel e nada mais que a raquel. Bem, venho aqui para partilhar uma novidade. Já a algum tempo que recebo (de vez em quando) cartas do IEFP, porém só agora é que reparei num promenor. Já vi que viu o filme europei e que gostou e ainda bem, ele no fim morre e deixa um enorme legado. Realmente tudo está feito para tratar o desempregado como alguém incapaz. Só agora é que reparei que nas cartas vêm o nome da empresa (para ir a entrevista) mas não vem a função a que estamos a concorrer. É um promenor muito importante e deve ser denúnciado. Repare, sou licenciado, apesar disso sou obrigado a concorrer a outros trabalhos para aumentar as possibilidades de empregabilidade, tudo bem. Nesse processo não penso inscrever-me a tudo porque existem funções que não identifico ou que vão contra os meus valores, por exemplo, trabalhar num talho, sou vegetariano. O centro de emprego leva em consideração a nossa formação académica e as nossas perferências mas na hora de enviar uma proposta não diz na carta. O que diz é para contactar o responsável x da empresa y. E mesmo ligando para a empresa, já por duas empresas diferentes a funcionária não sabe dizer a função que iria concorrer. Veja o escanda-lo.

    O centro de emprego inscreveu-me numa empresa e numa função que eu não sei qual é. E mais, imagine por questões demográficas, ideológicas, etc, não queria trabalhar naquela empresa? Numa posição muito clara o centro de emprego considera que a pessoa que se inscreve lá nao tem direitos. Perde a condição humana. Eles dizem indiretamente “nós estamos a fazer-lhe um favor”. Eu vou trabalhar e portanto, independentemente em quê e para quem devo baixar a cabeça porque supostamente cheguei no fim da linha. Com que cara vou aparecer na empresa? Vou dizer à Sra entrevistadora que não me pude preparar para a entrevista, porque eles não me diexaram, logo parto do principio que querem que não me prepare, bem pelo contrário, devo chegar despreparado para ser mais fácil dominarem-me e aceitar trabalhar por turnos com ordenado minimo. É uma entrevista? Lembro-me de ouvir politicos e sindicatos, em tempos, abandonarem a sala de reuniões por dizerem que os outros não estavam ali para negociar, já tinham o jogo feito. Bem, eu vou a uma entrevista que além de não me sentir bem por não saber o que se trata, ainda por cima a única negociação como do custume será certamente um contrato através de empresa de emprego temporário e um ordenado minimo com a indicação de fila grande. Queria falar-lhe de mais assuntos fora deste âmbito mas fica para a próxima. Primeiro gostava que se discutisse este mau comportamento dos centros de emprego. Se têm uma proposta devem envia-la com o nome da empresa E A FUNÇÃO que propõem ao desempregado. Depois o desempregado responde ao IEFP se quer ir à entrevista e só então o IEFP dá o nosso nome a essa empresa. Sabe raquel, aqui à dias fui falar com uma gestora de carreira, ela viu-me a mexer no tlm, a primeira coisa que perguntou quando entrei no gabinete foi se o meu tlm era um windows. Isto diz muito do que esses profissionais pensam dos desempregados. Um desempregado tem de ser um miserável. Inculto, roto, sujo e desculpe-me, de perna aberta. O meu tlm não é um windows e não tenho de justificar o que tenho ou não tenho, isso deixo nas finanças. O IEFP é uma farça só serve para agarrar os apoios que vem da UE e fazer contratos coletivos de empresas com ligações politicas. É um mediador.

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