A Velocidade como notícia

Queremos notícias rápidas, queremos compreender e formar opinião em minutos, se possível segundos. É impossível – há coisas na vida que exigem tempo para ser compreendidas – o meu comentário no vídeo em anexo sobre o uso de imagens excessivas de forma repetida. O jornalismo que faz da notícia a morte em directo do Embaixador em vez da relação de forças Turquia/Rússia corre o risco de não ser informação mas entretenimento, violento ou não.
A tese que referi no nosso programa é esta, foi uma sugestão do investigador Roberto Della Santa Barros e é de uma investigadora brasileira com quem entretanto troquei algumas linhas e que por falta de tempo não referi no vídeo em baixo mas aqui fica. ““Profissionalismo” e “objetividade”: o jornalismo na
contramão da política. Sylvia Moretzsohn. Universidade Federal Fluminense”. Está em acesso livre na net.
O programa em causa é o Último Apaga a Luz, na RTP 3, onde participo todas as semanas e dá ás sextas-feiras à 1 e 30 da madrugada, com repetição ao sábado às 13 horas.

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