Para onde vai Portugal?

«As pessoas não têm tanto medo de mudar, esse medo é incutido do exterior, pelos partidos, pelos grandes empresários. A população tem que se mentalizar que tem que participar mais. O futuro constroi-se, mas temos que ser nós a construi-lo» (Coimbra de Mattos sobre o ensaio Para onde vai Portugal?)

«Raquel Varela, historiadora, traz-nos um ensaio com propostas económicas e sociais inéditas sobre a crise de 2008 e o rumo do país para os próximo anos, pondo em cima da mesa as várias possibilidades de progresso e decadência histórica. Uma voz surpreendente pela combinação de uma escrita escorreita e rigorosa, que com um humor e ironia se propõem pensar o futuro do país. Critica de o “labirinto da saudade” de Eduardo Lourenço ou o “medo de existir” de José Gil, contrapõe-se ainda à tese dominante de um povo de brandos costumes e leva-nos neste ensaio para uma visão social inédita, que argumenta que a situação social e económica nunca foi tão favorável historicamente como hoje no que diz respeito às possibilidades dos sectores médios e populares mudarem o país, impulsionando o progresso humano e social e a democracia deixar de ser meramente formal e integrar todos na vida política. Ao mesmo tempo analisa as razões da incapacidade dos sindicatos reagirem à degradação das condições de trabalho e é uma crítica desapiedada sobre as alternativas que os partidos actuais oferecem. Um ensaio de uma coragem intelectual inédita entre nós.». (sinopse do editor, Bertrand Editora)

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